O que é mineração de criptomoedas?
   10 de janeiro de 2023   │     11:50  │  0

A mineração de criptomoedas é o nome dado ao processo de validação e inclusão de novas transações na blockchain, enorme banco de dados público que registra o histórico de movimentações dos usuários. Como resultado, novas moedas digitais são criadas.

Em outras palavras, a mineração é a responsável por colocar mais criptomoedas em circulação, assim como faz um banco central ao “imprimir” dinheiro. A diferença é que, no caso de moedas digitais como o Bitcoin, não há uma autoridade gerenciando o processo – tudo é regido por algoritmos.

O algoritmo do Bitcoin, por exemplo, é chamado de Proof of Work (Prova de Trabalho, em português). Esse protocolo estabelece os passos para o funcionamento do sistema, como o que fazer quando uma transação é realizada, como estruturá-la em determinado formato e como deve ser a validação e a organização dela.

Como minerar Bitcoin?

No início do Bitcoin, bastava conectar um computador (com uma placa de vídeo razoável) à rede da criptomoeda e deixá-lo ligado resolvendo os cálculos matemáticos exigidos na mineração. Hoje, o cenário é outro e, para “fabricar” BTC, é preciso dispor de data centers lotados de equipamentos específicos para a função.

A forma de minerar BTC mudou porque mais mineradores se juntaram à rede. Com isso, os cálculos ficaram mais difíceis e a exigência de poder computacional necessário para resolvê-los aumentou drasticamente. Atualmente, é preciso ter hardwares específicos chamados de circuitos integrados de aplicação específica (ASIC).

Por causa da complexidade, o mais comum hoje em dia é que fazendas de mineração com milhares de equipamentos se dediquem à tarefa. E por essa atividade demandar alto investimento, esses locais costumam se organizar em pools (conjuntos) de mineradores que trabalham juntos para competir pela validação das transações.

 

Fonte: InfoMoney

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Bug do milênio – Relembre o fato que assustou o mundo
   31 de dezembro de 2022   │     9:05  │  0

O que foi o bug do milênio?

Foi um medo coletivo de que, na virada de 1999 para 2000, os computadores da época não entendessem a mudança e causassem uma pane geral em sistemas e serviços. Isso porque, desde os anos 1960, eles usavam calendários internos com dois dígitos. Depois do ano 99, viria o 00, que as máquinas entenderiam como 1900 ou como 19100, e não como 2000.

O medo tinha pouco fundamento, pois muitos computadores da época já vinham com as datas em quatro dígitos. Isso não impediu, porém, que o pânico se espalhasse pelo globo e que fossem gastos cerca de US$ 300 bilhões em todo o mundo em medidas preventivas.

Na prática, o Bug do Milênio não fez quase nada: houve falhas em terminais de ônibus na Austrália, em equipamentos de medição de radiação no Japão e em alguns testes médicos naInglaterra  e alguns sites que mostraram a data 1/1/19100.

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O que é a tecnologia blockchain?
   26 de dezembro de 2022   │     9:04  │  0

 

A tecnologia blockchain é um mecanismo de banco de dados avançado que permite o compartilhamento transparente de informações na rede de uma empresa. Um banco de dados blockchain armazena dados em blocos interligados em uma cadeia. Os dados são cronologicamente consistentes porque não é possível excluir nem modificar a cadeia sem o consenso da rede. Como resultado, você pode usar a tecnologia blockchain para criar um ledger inalterável ou imutável para monitorar pedidos, pagamentos, contas e outras transações. O sistema tem mecanismos integrados que impedem entradas de transações não autorizadas e criam consistência na visualização compartilhada dessas transações.

Os sistemas de blockchain oferecem o alto nível de segurança e confiança que as transações digitais modernas exigem. O medo de que alguém manipule o software subjacente para gerar dinheiro falso para eles próprios é uma constante. Porém, a blockchain utiliza os três princípios de criptografia, descentralização e consenso para criar um sistema de software subjacente altamente seguro, que é quase impossível de ser violado. Não há um único ponto de falha, e um único usuário não é capaz de alterar os registros de transações.

 

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Além da versão digital do título de eleitor (e-Título), o que preciso apresentar para votar?
   30 de setembro de 2022   │     9:10  │  0

O eleitor ou a eleitora terá que apresentar algum documento oficial pessoal com foto quando forem votar neste domingo (2), primeiro turno das eleições gerais de 2022. O período de votação ocorrerá em todo o país no horário oficial de Brasília, das 8h às 17h. O uso do título de eleitor não é obrigatório. Documentos oficiais digitais com foto são válidos para apresentação aos mesários, mas o eleitor não pode entrar na cabine de votação com telefone celular.

Para votar, pode ser apresentado o tradicional documento de identidade (RG), a carteira de motorista (CNH), o passaporte, a carteira de trabalho, o certificado de reservista ou a identidade funcional de entidade de classe. Também serão aceitos documentos digitais. Lembre-se: o documento tem que ser oficial, pessoal e ter a sua foto. Mesmo documentos com data de validade vencida podem ser usados. Certidões de nascimento ou de casamento não serão aceitas.

Para facilitar no dia da votação, o eleitor pode baixar em seu telefone celular o aplicativo oficial e-Título, da Justiça Eleitoral, até este sábado (1º). Ele é uma versão digital do título de eleitor e permite que a pessoa visualize o número do documento de votação, justifique o voto e consulte as informações cadastradas na Justiça Eleitoral, entre outras funcionalidades. Pelo site do TSE, é possível imprimir o título de eleitor para levar no dia da votação. No domingo (2) não será possível emitir o título por aplicativo ou site.

Veja aqui como instalar o aplicativo e-Título.

Fonte: Agência Senado

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Aplicativo e-Título
   27 de setembro de 2022   │     8:19  │  0

 

O e-Título é um aplicativo móvel para obtenção da via digital do título de eleitor. Permite o acesso rápido e fácil às informações do eleitor cadastradas na Justiça Eleitoral. Apresenta dados como: zona eleitoral, situação cadastral, além da certidão de quitação eleitoral e da certidão de crimes eleitorais.

Desde de 2020, está mais fácil acessar o aplicativo: agora é possível entrar com o número do CPF, sem precisar lembrar do seu número do título de eleitor, além disso o app está cada vez mais acessível para pessoas com deficiência visual, baixa visibilidade ou daltônicas e, por isso, alteramos as cores do aplicativo para tons de azul neste ano.

Não custa lembrar que o app poderá ser utilizado para justificar a ausência ao pleito no dia da eleição e também após as eleições, contanto que o eleitor esteja fora do seu domicílio eleitoral ou possa comprovar, após o pleito, a impossibilidade do exercício do voto.

O app pode ser baixado para smartphone ou tablet , nas plataformas iOS ou Android . Após baixá-lo, basta inserir os dados pessoais.

Para o eleitor que ainda não fez o cadastro biométrico, é necessário apresentar um documento oficial com foto sempre que for utilizar o título digital.

 

Fonte: TSE

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Novos recursos do iOS 16
   14 de setembro de 2022   │     8:05  │  0

O iOS 16 traz novos recursos de personalização, inteligência aprimorada e mais formas de se comunicar e compartilhar

Lançado no dia 12/09/2022, a última versão do sistema operacional da Apple para iPhones, veio recheada de novidades. Algumas das novidades mais úteis do iOS 16 são as novas funções da galeria, que incluem bloqueio com senha para álbuns ocultos e a possibilidade de salvar edições para reaplicá-las em várias fotos de maneira mais simples. Ainda, o Live Text também amplia seu leque de usabilidade no novo iOS, com um recurso que identifica elementos em imagens para, então, recortá-las e transformá-las em stickers rapidamente.Outra grande novidade são as possibilidades de personalização da tela de bloqueio, incluindo novas fontes, paletas de cores e relógios. As notificações também mudaram e agora aparecerão de baixo para cima, de forma mais intuitiva que nas versões anteriores.

Quais aparelhos são compatíveis com o iOS 16

A Apple informou que todos os iPhones a partir do modelo 8 são compatíveis com o novo sistema operacional. Confira a abaixo os modelos compatíveis:

  • iPhone 13 (mini, Pro e Pro Max);
  • iPhone SE (2022)
  • iPhone 12 (mini, Pro e Pro Max);
  • iPhone 11 (Pro e Pro Max);
  • iPhone SE (2020)
  • iPhone XS (XS Max);
  • iPhone XR;
  • iPhone X;
  • iPhone 8 e 8 Plus.

Confira a lista completa de novidades acessando o link e caso seu dispositivo esteja dente os modelos contemplados, siga essas instruções para atualizar para a versão 16.

 

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O que é TV 3.0?
   18 de agosto de 2022   │     8:43  │  0

A história da TV aberta no Brasil

A TV analógica (que convencionalmente chamamos de “TV1.0”), que surgiu no Brasil em 1950, era preto e branco com som monofônico.

Em seguida, algumas melhorias compatíveis com versões anteriores (que convencionalmente chamamos de “TV1.5”), como cor (nos anos 1970), som estéreo e legenda oculta (nos anos 1980), foram adicionadas a ele.

A partir de 2007, foi introduzida no Brasil a primeira geração de Televisão Digital Terrestre (que convencionalmente chamamos de “TV2.0”), trazendo vídeo de alta definição, som surround, recepção móvel e interatividade.

Desde então, o cenário tecnológico mudou muito. Com base nesse cenário tecnológico, o Fórum SBTVD reconheceu a necessidade de evoluir o SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre). Também reconheceu que alterar a camada física, a camada de transporte e/ou a codificação audiovisual não seria compatível com versões anteriores. No entanto, a transição para uma nova geração de Televisão Digital Terrestre é um processo longo, baseado nos investimentos necessários para emissoras e consumidores e na expectativa de vida útil dos transmissores e receptores de TV. Foi, portanto, considerado necessário aumentar a vida útil do sistema de Televisão Digital Terrestre existente, tanto quanto possível, através de uma evolução compatível com versões anteriores (um projeto que chamamos de “TV2.5”) e iniciar o desenvolvimento da próxima geração de TV Digital Terrestre. Sistema de televisão (o projeto que chamamos de “TV3.0”).

O projeto “TV2.5” compreendeu duas vertentes: integração broadcast-banda larga e qualidade audiovisual. O primeiro aspecto envolveu o desenvolvimento de um novo perfil de receptor para o middleware Ginga (perfil de receptor D, também conhecido como “DTV Play”), abordando casos de uso como vídeo sob demanda, dispositivo complementar sincronizado, aprimoramento audiovisual pela Internet e conteúdo direcionado . O segundo aspecto foi abordado através da introdução de três novos codecs de áudio imersivos opcionais (MPEG-H Audio, E-AC-3 JOC e AC-4), mantendo o áudio principal MPEG-4 AAC para compatibilidade com versões anteriores, e através da introdução de dois novos formatos de vídeo HDR opcionais (metadados dinâmicos SL-HDR1 e sinalização HLG de “características de transferência preferenciais”), mantendo MPEG-4 AVC (H.264) / 8 bits / BT.709 / 1080i para compatibilidade com versões anteriores.

Quais o ganhos com a TV 3.0?

Em resumo: essa nova parte da televisão digital no país vai oferecer uma qualidade de imagem e som melhor do que o usuário está recebendo. Segundo o SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre), o sinal deverá entregar:

  • Resolução de 4K/8K;
  • HDR;
  • Áudio imersivo (também conhecido como áudio 3D);
  • Suporte a transmissão via streaming de banda larga.

Na prática, isso vai fazer com que canais abertos ofereçam um nível de imagem e som em patamares muito próximos à serviços de streaming como HBO Max e Netflix, por exemplo.

Dessa forma, a TV 3.0 transformará o sinal digital em algo ainda mais completo, cobrindo os avanços da tecnologia no quesito. Por outro lado, segundo Luiz Fausto, coordenador do Módulo Técnico do Fórum SBTVD, essa mudança pode fazer com que pessoas precisem trocar de televisores.

Fonte: Fórum SBTDV

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Saiba mais sobre a estreia da tecnologia 5G no Brasil
   7 de julho de 2022   │     10:06  │  0

O que é 5G?

O 5G é a quinta geração das redes móveis e representa um grande salto evolutivo em relação ao 4G, que é a tecnologia em uso atualmente. As principais melhorias técnicas em relação ao 4G abrangem três patamares, segundo a Anatel:

  1. Maior velocidade: em teoria, a rede 4G é capaz de atingir a velocidade de um gigabit por segundo (1 Gbps). No dia a dia, porém, não chegamos perto disso em nossos celulares. Com o 5G, a expectativa é atingir velocidade máxima, na ERB, vinte vezes maior em relação ao 4G, chegando a 20 Gbps.
  2. Menor latência: a meta é atingir uma latência – tempo necessário entre o estímulo e a resposta real da rede – de apenas 1 milissegundo com o 5G. A rede com tecnologia 4G apresenta, em média, latência de 50 milissegundos.
  3. Maior eficiência energética: a rede 5G terá nível de eficiência energética 90% mais alto que a 4G, o que viabilizará a internet das coisas, já que baterias de diversos tipos de dispositivos muitas vezes não podem ser substituídas ou recarregadas com frequência.

Quando estará disponível em Alagoas?

Brasília estreou ontem (06/07/2022) o serviço 5G e foi a primeira cidade a ter a tecnologia ativada. No início de junho a Anatel adiou o prazo para implantação do 5G nas capitas por 60 dias, por causa da lentidão da chegada dos filtros importados da China. Entretanto, o fluxo de aquisição dos equipamentos está sendo normalizado e não estão previstos novos atrasos. Portanto,  Alagoas  poderá começar ter cobertura 5G na capital no mês de setembro.

Quais aparelhos terão acesso ao 5G?

Atualmente, existem no Brasil 67 modelos de celulares capazes de operar com o 5G, certificados e homologados pela Anatel. Até o fim de 2021, eram 47. As líderes em termos de variedade do portfólio são a Samsung (com 25 modelos), seguida de Motorola (14), Apple (9) e Xiaomi (6) — outros 13 aparelhos são de outras marcas.

Como toda tecnologia nova, os primeiros aparelhos compatíveis com o 5G tinham tinham um custo mais elevado. Entretanto, atualmente os preços dos celulares compatíveis partem de aproximadamente R$ 1,5 mil.

O que muda em nossa vida?

A integração de diversos componentes com diferentes tecnologias levará as redes 5G na direção de comunicações bem mais confiáveis e com outro patamar de conectividade. O 5G também é aguardado como grande propulsor nas indústrias automobilística, agropecuária, de saúde e bem estar, manufatureira e logística no sentido da elevada digitalização, o que pode viabilizar os conceitos de indústria 4.0 e agro 4.0, aponta a Anatel. A nova tecnologia possui três modos de uso:

  1. Banda Larga Móvel Avançada: focada em altas velocidades de download e upload, para as novas necessidades do usuário convencional;
  2. Controle de Missão Crítica: focada em prover conexão com baixíssima latência e altíssima confiabilidade, voltada para aplicações sensíveis a atrasos e erros como carros autônomos, cirurgias remotas, controle remoto de maquinário industrial; e
  3. Internet das Coisas Massiva: focada em atender grande quantidade de dispositivos IoTcom alta cobertura e baixo consumo de bateria, levando a Internet das Coisas a um novo patamar de atendimento.

 

 

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O que é metaverso?
   18 de maio de 2022   │     8:04  │  0

Metaverso é um conceito que remete a uma realidade paralela em um mundo virtual. Nele, é possível ter um avatar e efetuar diversas atividades, como comprar em lojas, ir a shows e interagir com outras pessoas. Tudo se baseia na ideia de realidade virtual.

O tema se tornou popular recentemente quando o Facebook anunciou a mudança de seu nome para Meta, indicando a intenção de construir seu próprio metaverso.

Ou seja, um metaverso é um espaço virtual no qual os participantes têm a oportunidade de ter e compartilhar experiências diferentes.

No caso da Meta (antigo Facebook), existem planos de integrar as outras soluções da empresa, como o WhatsApp.

Para Zuckerberg, não faz sentido alguém estar em seu metaverso e precisar sair para responder a uma mensagem do app. Deve existir a possibilidade de fazer tudo em um único ambiente.

Como surgiu esse conceito?

A ideia não é nova. A primeira vez que o termo Metaverso foi usado data de 1992, quando da publicação do livro Snow Cash do autor Neal Stephenson.

A história gira em torno da possibilidade que as pessoas têm de “fugir” para um universo paralelo diferente de sua realidade atual. Ou seja, elas poderiam adentrar um metaverso e se ausentar da vida cotidiana.

Posteriormente, logo que a internet se popularizou, algumas tentativas foram feitas na intenção de promover algum tipo de metaverso.

O jogo Second Life é um exemplo, mas acabou não emplacando pelas limitações tecnológicas da década de 2000.

Como funciona um Metaverso?

A ideia de metaverso é participar de um mundo virtual. Para que isso seja possível, é preciso ter um avatar e acessar o ambiente.

Isso é feito usando um óculos de realidade virtual. Já os detalhes de acesso dependerão de qual metaverso está sendo acessado no momento.

De forma geral, a proposta é que seja possível fazer quase tudo em um ambiente como esses. Ir a um cinema, encontrar com outras pessoas, comprar um livro e até mesmo emprestá-lo posteriormente.

E isso tudo ocorre com a transação de valores que realmente tem preço no mundo real. Dentro de um metaverso, as operações precisam ser feitas utilizando alguma criptomoeda.

É possível perceber que um metaverso permite a interação de pessoas mesmo que elas estejam separadas por grandes distâncias físicas. E isso possibilita o desenvolvimento de uma série de atividades.

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Globo usa rede 5G da Claro para transmitir o Carnaval de São Paulo
   3 de maio de 2022   │     9:01  │  0

A Claro, a Globo e a Ericsson utilizaram 5G em ondas milimétricas no Carnaval de São Paulo deste ano. O desfile do Grupo Especial contou com um cinegrafista em meio aos passistas, transmitindo as imagens captadas em tempo real e em alta resolução.

Ele utilizou uma “Mochilink” – uma mochila adaptada com módulo 5G para transmissão –, que acessava a rede 5G. Dessa forma, o profissional conseguiu conduzir as câmeras ao longo do percurso, sem ficar preso a cabos.

A faixa de frequência utilizada foi a de 26 GHz. A Claro foi uma das compradoras desse espectro no leilão 5G, realizado pela Anatel em novembro passado. A rede implantada usou 400 MHz arrematados no certame. Segundo a operadora, os testes feitos com a tecnologia demonstraram conexões com velocidades de transmissão acima de 2,5 Gbps.

“Com a rede de quinta geração, a Claro quer trazer ainda mais possibilidades e melhorar a experiência para as programadoras, além de aprimorar a forma como o telespectador se relaciona com as transmissões ao vivo. A aplicação da tecnologia é mais um passo da Claro na implantação do 5G no país”, comenta Paulo César Teixeira, CEO da Claro.

Para viabilizar a transmissão, primeira do tipo no país, a Claro instalou a rede 5G no Sambódromo do Anhembi em colaboração com a Ericsson, Casa Systems, Intelbras, Motorola e Qualcomm, que apoiaram as demonstrações com dispositivos (CPEs, APs Wi-Fi e Smartphones).

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