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Bacharel em Sistemas de Informação, Pós Graduado em Gestão de Projetos, DBA SQL Server, Gestor de TI da Organização Arnon de Mello e Diretor de Tecnologia da TV Mar.

Pix terá novas regras para aumentar a segurança dos usuários
   31 de agosto de 2021   │     16:35  │  0

O Pix e outros meios de pagamento digitais sob supervisão do Banco Central terão mudanças para ampliar a proteção e segurança dos usuários. Entre as medidas estão o limite de R$ 1.000,00 para transações no horário noturno, prazo para efetivar o aumento de limite de transações e cadastro de contas que poderão receber Pix de maior valor.

“Essas medidas todas vão diminuir as fraudes, vão proteger os clientes e os usuários de serviços de pagamentos e vão dificultar os crimes. É um esforço conjunto do Banco Central, das autoridades policiais e das instituições financeiras, de pagamentos, cooperativas e participantes que ofertam esses serviços de pagamentos”, disse o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello.

As alterações ainda não têm data determinada para entrar em vigor. “Imaginamos que em algumas semanas serão efetivas porque as instituições financeiras, de pagamento, cooperativas participantes devem ter tempo para se preparar para implantar as medidas”, explicou o diretor.

Limite noturno

A medida que estabelece o limite de R$ 1.000,00 valerá para operações entre pessoas físicas, incluindo Micro e Pequenos Empreendedores Individuais, entre as 20 horas e as 6 horas. Estão incluídas aí transferências entre contas dentro de uma mesma instituição, Pix, cartões de pagamento pré-pagos e de débito utilizados em transações de transferência e liquidação de TEDs.

“Uma intervenção dessa protege o patrimônio das pessoas, não diminui a usabilidade dos meios de pagamento e desestimula alguns crimes como o sequestro relâmpago se o fruto do crime pode ser de apenas R$ 1.000”, afirmou o diretor João Manoel Pinho de Mello.

De acordo com ele, atualmente, 90% das transações realizadas por meio de Pix nesse horário estabelecido tem montante igual ou menor a R$ 500, portanto, o limite estabelecido terá pouco impacto na usabilidade do sistema de pagamentos.

Os clientes ainda vão ter o direto de escolher e gerenciar seus limites no Pix. Eles poderão escolher não fazer transferências por meio de Pix em determinados períodos e poderão ter limites diferentes no período diurno e noturno.

Mudanças no limite

Outra alteração é que haverá um prazo mínimo de 24 horas e máximo de 48 horas para que seja efetivado o pedido do usuário para aumento de limites de transações, feito por canal digital. Isso vale para Pix, TED, DOC, transferências intrabancárias, boleto e cartão de débito.

“Os clientes poderão reduzir ou aumentar seus limites com efeito imediato no caso de redução, mas com respostas entre 24 horas ou 48 horas após a solicitação no caso de aumento”, explicou João Manoel Pinho.

Cadastro de contas

Os usuários poderão ainda cadastrar previamente contas que receberão Pix acima dos limites estabelecidos, permitindo manter seus limites baixos para as demais transações. Será estabelecido um prazo mínimo de 24 horas para que a inscrição prévia de contas por canal digital produza efeitos, impedindo o cadastramento imediato em situação de risco.

Redução de fraudes

Para ampliar o combate às fraudes, passará a ser obrigatório que as instituições financeiras participantes do Pix marquem no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT) informações de contas com indícios de utilização em fraudes no Pix e em outras transações de pagamento e serviços bancários. Esse mecanismo já existe, mas atualmente é facultativo.

 

Fonte: Notícias Gov.BR

O que pode causar a explosão de uma bateria de smartphone e como se prevenir
   26 de julho de 2021   │     18:12  │  5

Imagem: Getty Images/Vetta Video

Nos últimos anos, os smartphones tornaram-se companheiros inseparáveis para a maioria das pessoas e com isso, a quantidade de horas de uso tem sido cada vez maior. Por mais que a tecnologia das baterias tenha aumentado significativamente sua autonomia, é quase inevitável que em algum momento o aparelho tenha que ser utilizado enquanto está carregando.

A morte de uma menina de 10 anos, natural de Pão de Açúcar-AL, causada por um incêndio provocado pela explosão de um aparelho celular, acende um alerta para os cuidados que devemos ter ao carregar nossos smartphones. De acordo com relatos dos familiares das vítimas, o celular estava na tomada, dentro do quarto, e explodiu quando Geovana e o irmão, de apenas dois anos, estavam dormindo. A explosão provocou incêndio nos móveis e queimou as crianças.

A explosão de uma bateria pode ocorrer quando há superaquecimento. Defeitos de fabricação, umidade e acessórios de origem duvidosa, são alguns dos fatores que podem provocar um superaquecimento ou trazer riscos para o usuário.

Quais cuidados devemos ter ao carregar o smartphone?

1 – Evite atender ou fazer ligações enquanto carrega o smartphone;

2 – Não utilize cabo ou carregador de segunda linha, especialmente se não forem certificados;

3 – Dê preferência aos acessórios originais ou de marcas confiáveis e evite utilizar cabos ou carregadores danificados;

4 – Não toque no aparelho enquanto carrega se as mãos estiverem molhadas;

5 – Evite expor o aparelho ao calor excessivo.

Além desses cuidados, também devemos ficar atentos aos sinais de que o smartphone pode estar sofrendo algum tipo de superaquecimento. Após algum tempo jogando ou assistindo vídeos, por exemplo, é normal que o aparelho fique um pouco mais quente. Mas se a temperatura estiver alta em outras circunstâncias, algo por estar errado. Neste caso, procure uma assistência técnica especializada.

 

 

ALERTA AOS PAIS

Segundo Marc Jeschke, diretor médico do Ross Tilley Burn Center em Toronto, no Canadá, acidentes com carregadores de celulares são comuns em todo o mundo. “As crianças podem mastigar e morder cabos, causando danos significativos”, disse ao Global News. Ele explica que a eletricidade é capaz de fluir através do carregador até a boca da criança, levando a um choque elétrico, muitas vezes, fatal.

Campus Party Digital Edition 2021
   21 de julho de 2021   │     7:13  │  0


A Campus Party Brasil volta com toda força em 2021 para a segunda edição da Campus Party Digital Edition. Contando com alguns dos maiores nomes do mercado quando o assunto é pensamento disruptivo, a plataforma de experiências traz conteúdo inovador, desafios, interação do público e novidades para o formato online.

Novas maneiras de trabalhar, diferentes jeitos de morar, modos alternativos de se viver. A vida pandêmica mudou drasticamente a sociedade, impulsionou novas tecnologias, alterou nossos hábitos diários e a forma como enxergamos o trabalho, saúde e bem estar. Esses são alguns dos assuntos que serão abordados durante a Campus Party Digital Edition.

Para mais informações, visite o site do evento.

 

Você sabe o que é Open Banking?
   19 de julho de 2021   │     6:33  │  0

O Open Banking, ou sistema financeiro aberto, é a possibilidade de clientes de produtos e serviços financeiros permitirem o compartilhamento de suas informações entre diferentes instituições autorizadas pelo Banco Central e a movimentação de suas contas bancárias a partir de diferentes plataformas e não apenas pelo aplicativo ou site do banco, de forma segura, ágil e conveniente.

Consentimento do compartilhamento de dados

O compartilhamento dos dados pessoais de clientes ou de serviços do escopo do Open Banking depende de prévio consentimento por parte dos respectivos clientes. O consentimento deve se caracterizar como manifestação livre, informada, prévia e inequívoca de vontade, feita por meio eletrônico, pela qual o cliente concorda com o compartilhamento de dados ou de serviços para finalidades determinadas.

Instituições participantes

Somente as instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central podem participar do ecossistema do Open Banking. Entre esse universo de instituições, no entanto, a regulamentação prevê participantes obrigatórios e voluntários, a depender do porte da instituição e do dado ou serviço que está sendo compartilhado.  Os maiores bancos, por exemplo, são participantes obrigatórios do Open Banking para o compartilhamento de dados.

A lista completa das instituições participantes está disponível no portal desenvolvido pela Estrutura de Governança do Open Banking Brasil.

Saiba mais sobre o Open Banking clicando aqui.

Fonte: BCB

 

 

Marco Legal das Startups é aprovado. Veja o que muda.
   8 de junho de 2021   │     7:50  │  0

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (1°/6) o novo Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. O texto, elaborado com a participação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), apresenta medidas de estímulo à criação de novas empresas inovadoras e estabelece incentivos aos investimentos por meio do aprimoramento do ambiente de negócios no país. A legislação também facilita a contratação de soluções inovadoras pela administração pública e traz maior segurança jurídica a empreendedores e investidores.

O secretário Especial da Sepec, Carlos Da Costa, destacou a importância dessas medidas para alcançar o objetivo de levar o Brasil a integrar o grupo dos principais ecossistemas de startups no mundo. “A nova Lei cria um ambiente favorável para o surgimento e crescimento de startups. Por meio da melhoria do ambiente de negócios, da simplificação e desburocratização, da redução de custos, do aumento da segurança jurídica e da ampliação dos investimentos nessas empresas, transformaremos o Brasil em um país das startups.”

Para Da Costa, o dia 11 de maio de 2021 foi marcante para todo ambiente de negócio no país, mas, em particular, para as startups brasileiras. “Demos um salto importante para alavancar o ambiente de empreendedorismo inovador no Brasil. As medidas apresentadas são resultado do diálogo com o setor privado, coordenado pelo Ministério da Economia e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, dialogando com o Congresso Nacional. Esse diálogo entre setor privado e governo para a construção de políticas públicas e leis é fundamental para alcançar nosso objetivo, que é de levar o Brasil para o top três nos ecossistemas de startups do mundo. E sempre lembrando que é preciso ter liberdade para empreender e crescer. Um país próspero depende disso”, reforçou.

São consideradas startups as organizações empresariais ou societárias com atuação na inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos e serviços ofertados. Essas empresas devem ter receita bruta anual de até R$ 16 milhões e até dez anos de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Também precisam declarar em seus atos constitutivos que fazem uso do modelo de negócio inovador em sua atividade.

Facilitação de investimentos em inovação

Com a nova legislação, as startups poderão receber investimentos de pessoas físicas ou jurídicas que poderão resultar ou não em participação no capital social da startup, a depender da modalidade escolhida pelas partes.

O investidor que realizar o aporte de capital sem ingressar no capital social não será considerado sócio nem possuirá direito a gerência ou voto na administração da empresa investida. Essa medida afasta a responsabilização do investidor, que não responderá por qualquer dívida da startup, exceto em caso de conduta dolosa, ilícita ou de má-fé por parte do investidor.

Outra forma de as startups receberem recursos é por meio de empresas que possuem obrigações de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação decorrentes de outorgas realizadas por agências reguladoras, como ANP e Aneel. A medida permite que essas empresas aportem suas obrigações em Fundos Patrimoniais ou Fundos de Investimento em Participações (FIP) que invistam em startups ou, ainda, em programas, editais ou concursos destinados a financiamento e aceleração de startups gerenciados por instituições públicas. Essa obrigatoriedade de investimento já existe e a possibilidade de seu direcionamento para apoio a startups trará forte injeção de recursos nas startups com soluções para esses setores.

Ambiente regulatório experimental

O Marco Legal também prevê a possibilidade de programas de ambiente regulatório experimental, o chamado sandbox regulatório, em que órgãos ou agências com competência de regulação setorial, isoladamente ou em conjunto, podem afastar normas de sua competência para que empresas inovadoras experimentem modelos de negócios inovadores e testem técnicas e tecnologias, com acompanhamento do regulador.

Os órgão e agências competentes ficam responsáveis por definir os critérios de seleção das empresas participantes do sandboxregulatório, bem como as normas que poderão ser suspensas e o período de duração de cada programa. A medida trará maior segurança jurídica para startups e empresas inovarem, preservando e apoiando a modernização do quadro regulatório.

Licitação

A legislação também criou uma modalidade especial de licitação que autoriza a Administração Pública a contratar soluções inovadoras, com ou sem risco tecnológico. Diferentemente da contratação tradicional, o escopo da licitação poderá restringir-se à indicação do problema a ser resolvido e dos resultados esperados pela Administração Pública, incluídos os desafios tecnológicos a serem superados, dispensada a descrição de eventual solução técnica previamente mapeada e suas especificações técnicas, e caberá aos licitantes propor diferentes meios para a resolução do problema. Esse modelo permitirá a entes públicos realizarem desafios tecnológicos.

Esta modalidade licitatória cria o Contrato Público para Soluções Inovadoras (CPSI), em que a Administração poderá remunerar o desenvolvimento e teste da solução selecionada, até o teto de R$ 1,6 milhão.

Caso a solução seja satisfatória, a Administração poderá firmar, sem nova licitação, contrato para o fornecimento do produto, do processo ou da solução resultante do CPSI ou, se for o caso, para integração da solução à infraestrutura tecnológica ou ao processo de trabalho da Administração Pública, com valor máximo de R$ 8 mil.

Fonte: Ministério da Economia  

WWDC 2021: O evento mais aguardado da Apple começa hoje!
   7 de junho de 2021   │     7:01  │  0

A WWDC 2021 (Worldwide Developers Conference) é a conferência oficial da Apple para desenvolvedores. Tradicionalmente, o evento ocorre no segundo trimestre do ano, em San Francisco (EUA) e anuncia as novidades da marca no decorrer do ano.

O evento começará hoje, logo mais às 14h e será transmitido online. É possível assistir pelo canal do YouTube da Apple, no site oficial da empresa aqui ou pelo aplicativo Apple TV na Apple TV.

O que esperar?

Entre outras coisas, novidades sobre o iOS 15 (previsto para o segundo semestre), o watchOS 8, tvOS 15 e macOS 12. Também é esperado o lançamento do novo MacBook Pro, Mac Mini, entre outras novidades. Postarei aqui um resumo do evento na próxima semana.

 

Atualizado em 07/06/2021

Real Digital: A moeda eletrônica brasileira
   31 de maio de 2021   │     20:39  │  0

O Banco Central lançou as primeiras diretrizes para a criação do Real Digital.

O que é o Real Digital?

Trata-se da versão digital (e criptografada) da nossa moeda. É uma especie de criptomoeda, mas diferentemente do bitcoin, que é um “ativo financeiro”, ela é emitida pela autoridade monetária brasileira e tem lastro na própria moeda (real).

Quando será lançada?

Ainda não se sabe. No momento existem apenas as definições iniciais para o desenvolvimento da moeda digital. Como o objetivo do Banco Central é trazer o real em moeda digital, o regulador dividiu as diretrizes em três categorias: funcionamento, garantias legais e premissas tecnológicas. Estima-se que seja necessário de dois a três anos até que seja lançada.

 

O que são Cookies e para que eles servem?
   23 de abril de 2021   │     8:30  │  3

Os avisos sobre cookies estão cada vez mais presentes em sites, informando ao internauta a respeito da utilização desses pequenos arquivos que têm a capacidade de registrar os dados dos visitantes, gerando informações para diferentes utilidades.

Nas páginas que trazem esses avisos, há mensagens como “Este site usa cookies. Ao continuar a navegação, você concorda com a nossa política” ou “As configurações de cookies neste site são definidas para que possamos dar-lhe a melhor experiência enquanto estiver aqui”, por exemplo, encontradas em páginas de grandes empresas.

Em seguida, são oferecidas opções como “mais informações”, “saiba mais aqui” (para o visitante verificar do que se trata aquilo) ou “aceitar”. Na correria do dia a dia, muitas pessoas consentem com o uso desse mecanismo sem conferir os detalhes, para se livrar logo da mensagem e ter acesso aos conteúdos desejados.

Afinal, para que servem os cookies? É preciso se preocupar com esses avisos mostrados nos sites?

O que eles são e para que servem?

Os cookies são arquivos simples, enviados pelo site visitado ao seu computador, e ficam armazenados no navegador. Eles guardam informações que ajudam a identificar cada internauta, como o endereço IP, termos pesquisados, conteúdos acessados, configurações salvas, entre outras. Na próxima visita de um usuário àquela página, esses dados são acionados para confirmar se é uma pessoa que o visitou antes.

Muitos acreditam que os cookies sejam vírus ou outro tipo de arquivo malicioso, por atuarem como um programa espião. Porém, na verdade, um dos principais objetivos dos cookies é coletar informações para fins publicitários. Como esse tipo de armazenamento permite a verificação dos hábitos e das preferências dos internautas, possibilita também direcionar anúncios mais adequados ao perfil de cada um deles.

shutterstock_1212169411No modo anônimo do navegador, os cookies não registram seus dados (Fonte: Sam Kresslein/Shutterstock).

É por isso que o seu navegador começa a mostrar inúmeros anúncios de relógios, por exemplo, depois de você pesquisar, no Google, algo como “melhores relógios baratos”. Isso vale para qualquer produto e também outros buscadores, ou seja, os cookies mostram aos anunciantes quais são os itens de maior interesse do internauta, para que eles exibam publicidade relacionada a tais preferências.

Contudo, é importante saber que as funções dos cookies vão muito além de gerar perfis para direcionamento de anúncios. Eles também podem ser usados para:

  • guardar os ajustes feitos ao visitar um determinado site, como o idioma preferido, cidade de origem, o sistema operacional e o navegador utilizados;
  • monitorar o comportamento dos visitantes, registrando quanto tempo cada pessoa passa na página, os conteúdos mais acessados e os arquivos baixados;
  • armazenar informações sigilosas, como login e senha, para que o usuário não precise digitar esses dados todas às vezes que acessar o seu e-mail, redes sociais ou sites de compras;
  • registrar dados digitados em formulários online, como endereços, números de telefones e outras informações.

Diferenças na utilização dos cookies

Em geral, os cookies não costumam trazer problemas para os internautas, exceto nos casos de excessos de anúncios que podem surgir na tela, dependendo da quantidade de produtos pesquisados e da frequência.

Além disso, esses cookies primários até oferecem algumas vantagens, como salvar as suas preferências em um determinado site, evitando ter que configurar a página toda vez que a visitar, ajudando a melhorar a experiência de navegação.

Porém, é preciso ter cuidado com os cookies de terceiros que, normalmente, pertencem aos anunciantes e servem para rastrear hábitos de consumo. Eles armazenam detalhes a respeito dos seus produtos preferidos, suas marcas mais pesquisadas e sua localização, entre outros dados, para criar o seu perfil.

O problema com os tracking cookies(cookies de rastreamento, em tradução livre) está na possibilidade de comercialização das informações pessoais coletadas da sua máquina, mesmo sem o seu consentimento, com o risco de que elas caiam em “mãos erradas”. Um exemplo disso aconteceu no escândalo Cambridge Analytica, caso que envolveu o uso indevido dos dados de milhões de usuários do Facebook em campanhas políticas.

 

Fonte: Blog Avast

Você sabe a diferença entre assinatura eletrônica, digital e digitalizada?
   15 de abril de 2021   │     7:42  │  0


Antes de explicar as diferenças entre os tipos de assinaturas é importante saber que a MP nº 2.200-2/2001 consentiu validade jurídica aos documentos assinados eletronicamente. Além disso, fundou a infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) que é autoridade competente para validar contratos eletrônicos entre pessoas físicas e jurídicas. Agora que sabemos que existe amparo legal, vamos entender as diferenças entre assinatura eletrônica, digital e digitalizada.

 

Assinatura digitalizada é uma imagem obtida por meio do escaneamento ou fotografia da assinatura feita a próprio punho. Esse tipo de assinatura NÃO POSSUI VALIDADE JURÍDICA.

Assinatura eletrônica tem por objetivo identificar e validar quem assinou. Essa assinatura eletrônica NÃO TEM A MESMA VALIDADE JURÍDICA QUE UM REGISTRO EM CARTÓRIO e é equivalente a uma assinatura comum, que não exige o reconhecimento em cartório.

Assinatura digital é a forma mais segura de assinar um documento digital, porque nessa assinatura usa o certificado da ICP-Brasil que comprova a autoria da firma. EQUIVALE A UMA ASSINATURA DE PRÓPRIO PUNHO E VALIDADA EM REGISTRO DE CARTÓRIO.

 

 

 

Armazenamento em nuvem e sincronização de arquivos
   2 de abril de 2021   │     11:05  │  0


Armazenamento em nuvem é uma tecnologia que permite salvar arquivos em um servidor online. É possível armazenar, editar, compartilhar e sincronizar arquivos entre os mais diversos tipos de dispositivos.

Na minha opinião a sincronização de arquivos é a maior facilidade proporcionada pelo armazenamento em nuvem. Imagine o seguinte cenário: você começou a editar um arquivo do Word no trabalho e precisa dar continuidade ao chegar em casa. Como fazer isso sem ter que copiar em uma unidade de armazenamento externo (pendrive ou HD)? É aí onde a sincronização poderá ser extremamente útil pois, ao ligar seu computador em casa, o arquivo estará disponível em poucos segundos. Outra grande vantagem da sincronização de arquivos é que automaticamente você estará fazendo um backup em tempo real de todos os seus arquivos.

Eu já utilizo esse recurso há alguns anos e recomendo a todos que precisam trabalhar em mais de um local ou com mais de um dispositivo. Acabaram-se os problemas com várias versões de arquivos e com a limitação de ter apenas um computador pronto para trabalhar. Sem contar que, quando necessito trocar de máquina a tarefa se tornou relativamente simples (lembro-me muito bem como era trabalhoso e demorado fazer um backup e migrar para o novo equipamento).

Existem diversas opções no mercado, como por exemplo o Google Drive, iCloud Drive, OneDrive (Microsoft), Dropbox, entre outros. Todos oferecem um plano gratuito, que já atende às necessidades da maioria das pessoas, mas também oferecem planos pagos com capacidades de armazenamento maiores. Se você ainda não conhece essa aplicação do armazenamento em nuvem faça um teste! Escolha a plataforma de sua preferência, siga as instruções de configuração contidas no site da nuvem escolhida e comece a usufruir imediatamente dos benefícios